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‘Um inocente divertimento literário (¡!), com amigos mais falsos do que o próprio Judas!’

Por Félix J. Castaño Fernández

Bom dia! 
Não quero é ABORRECER aos leitores (eu fico muito contente por poder escrevinhar aqui), mas vou contar-lhes uma pequena história, julgo que engraçada, que me aconteceu há já alguns anos, no inverno de 2009, por ser mais certo. O relato é mesmo verídico, mas não é uma ANEDOTA!
Eu estava naquela ocasião a passar alguns dias de férias no sotavento algarvio, quando uma límpida e tépida manhã de Janeiro me desloquei até a linda aldeia pesqueira de Santa Luzia (Tavira). Estive no seu porto, a dar um bom passeio na marginal, frente ao canal da Ilha de Tavira … e desfrutei imenso, enfim, do Parque Natural da Ria Formosa. Chegada que foi a hora do almoço, escolhi -ao calhas, não foi por AZAR- uma agradável tasquinha para recuperar as forças. Lembro-me que no cardápio não havia nem CACHORROS nem CÁGADOS na grelha, os meus pratos favoritos! Mas tinham, porém, muitas outras iguarias realmemente ESQUISITAS. A salientar os ESPANTOSOS camarões … eu PEGAVA e PEGAVA em camarões sem conta -por nao falar dos mexilhões, das navalhas …-, regados por vários VASOS duma rica e fresquinha GARRAFA de “Muralhas de Monção”! Sigue leyendo

Días de ocio en el país del Yann (IV). As pedras bem hirtas! Um leque de menires alentejanos (2).

Por Félix J. Castaño Fernández.

Bom dia!

Eis a segunda parte -e felizmente a última- deste nosso rascunho sobre aqueles ditos monólitos. Estávamos a contar estórias de menires alentejanos, e acho melhor que eles falem por si próprios a partir dalgumas fotografias. Daquilo que eles sao, representam, e, nomeadamente, do que sugerem. Lembrem-se da primeira parte do “post”: alguns acreditam que os menires são balizas territoriais, ou símbolos fálicos … tudo isso e se calhar mais … sei lá!

Mas ficam mesmo por ai fora, na tépida e amável planície alentejana, desde há vários milhares de anos, isso é certo. Vamos lá, então. Sigue leyendo

Días de ocio en el país del Yann (III). As pedras bem hirtas! Um leque de menires alentejanos.

Por Félix J. Castaño Fernández

Sempre gostei dos menires. Desde miúdo. Acaso seja pela temprana influência das B. D. de Astérix… e Obélix, é claro! (O passo trascendental desde as primeiras leituras do “Pumby” e as revistas da editora Bruguera, até o achado de “Pilote” e os clássicos da linha clara). Mas também, como o nosso herói gordinho de calças às riscas, jamais consegui adivinhar para que raios serve um menir. Sigue leyendo